Famílias do ABC poderão fazer intercâmbio gratuito sem sair do país

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AFS proporciona a famílias e instituições de ensino vivenciarem experiência de intercâmbio sem sair do país

A Organização está com as inscrições abertas para famílias e escolas que desejam receber estudantes de outras nacionalidades

O AFS Intercultura Brasil, organização voluntária internacional de intercâmbio sem fins lucrativos, presente no país há 60 anos, oferece aos brasileiros uma experiência única de fazer intercâmbio, sem sair do país. A instituição está com vagas abertas para o cadastro de famílias e escolas que desejam receber estudantes de outros países, de 15 a 18 anos de idade. O programa proporciona aos hospedeiros a oportunidade de conhecer uma nova cultura, idioma, costumes, além de estabelecer laços de amizade que podem durar a vida inteira. Os interessados já podem se inscrever para receber o próximo grupo de intercambistas, previsto para chegar ao Brasil em agosto.

As famílias e escolas que queiram participar do programa devem estar localizadas em um dos 17 estados que possuem voluntários da organização (veja a lista completa no site: https://www.afs.org.br), passar por uma visita técnica e preencher o formulário na página da organização. Durante a estada do aluno no país, o AFS é responsável pelas despesas com seguro médico, material e transporte escolar.

“A instituição também tem o compromisso de prestar apoio e orientação, por meio de profissionais e voluntários, às famílias e instituições de ensino. A nossa intenção é fazer com que o jovem possa vivenciar, da melhor forma possível, a experiência de estar em outro país, sem abrir mão da segurança e de uma educação de qualidade”, destaca a diretora nacional do AFS Intercultura Brasil, Andreza Martins.

Famílias hospedeiras

Famílias das mais diversas estruturas podem participar do programa, como: pais solteiros com ou sem filhos, casais sem filhos, casais homoafetivos, entre outros. Além de hospedar os intercambistas, as famílias terão como principal responsabilidade o compromisso dos estudantes frequentarem a escola e ONGs parceiras, além de estimularem novos hábitos e valores, que façam com que eles se sintam parte da família.

Para serem selecionados, os participantes recebem a visita de um voluntário da instituição que irá preencher um documento com dados sobre a rotina da família, relacionamento e infraestrutura do ambiente. “As famílias têm que prover ao participante um ambiente seguro, alimentação adequada e um quarto que pode ser apenas para o intercambista ou compartilhado com outro membro da casa”, explica a diretora.

A divisão dos alunos por residência é realizada pelo comitê local da instituição que, após a análise do ambiente, irá conversar com os participantes sobre o perfil de cada aluno e qual se adaptaria melhor ao ambiente. Para facilitar esse processo, as famílias recebem orientações sobre expectativas, comunicação intercultural, sendo preparadas para lidar com os conflitos que podem surgir com as diferenças culturais decorrentes da convivência, já que o local será o de maior contato do estudante com os costumes locais. E no caso de problemas, o comitê também será responsável pelo suporte, aconselhamento e ajuda para solucionar as adversidades.

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