Cidades do ABC farão ação conjunta contra a dengue neste sábado

Medida foi acertada nesta segunda-feira, em reunião do Consórcio Intermunicipal presidida pelo prefeito de SBC

O prefeito de São Bernardo, que também é presidente do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, participou de reunião na sede da entidade nesta segunda-feira (7), em Santo André, que discutiu campanha de combate à dengue e o Plano Regional de Mobilidade.

No próximo sábado (12), ação integrada entre as sete cidades da região vai orientar a população sobre como localizar e eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya. A atividade, a segunda na região a envolver todos os municípios e que faz parte de mobilização nacional, será no Jardim Zaíra, em Mauá, na divisa com Santo André e São Paulo.

No local haverá tendas de atendimento à população com amostras de larvas e do mosquito adulto, maquetes, materiais educativos, teatro de fantoches e personagens fantasiados. O Consórcio deve realizar outra ação regional em abril.

Sobre o Plano Regional de Mobilidade, os prefeitos das sete cidades definiram que serão contratados os projetos executivos pelo Consórcio para 21 intervenções, que envolvem corredores de ônibus, viadutos e pontes.

“Vamos desenvolver as diretrizes e a ordem das intervenções nas cidades. A partir de hoje temos 18 meses para fazer esses projetos”, disse a secretária-ajunta de Transportes de São Bernardo e coordenadora do Grupo de Trabalho (GT) Mobilidade do Consórcio. O Ministério das Cidades liberou recursos da União de R$ 26,4 milhões para os estudos funcionais.

Os prefeitos também receberam a visita do presidente do Sebrae Nacional, Guilherme Afif Domingos, que definiu parcerias com a instituição regional para tornar as pequenas empresas mais competitivas. “A ideia é simplificar a abertura e fechamento de pequenos negócios. Além disso, facilitar o acesso ao crédito por meio de taxas de juros menores. Hoje, as taxas são altas, em torno de 25% ao ano, precisamos derrubar para 18% ao ano, de modo que as empresas possam injetar recursos em seu capital de giro”, explicou.